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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Este Blog de Pedro Malheiros quer uma Palestina Livre - This Blog of Pedro Malheiros want a Free Palestine






sábado, 20 de dezembro de 2014

Largo de Camões e C. M. Chaves , Igreja Matriz - Dez. 2014

Chaves refrescar a natureza - Chaves natura fredda

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Pelo Jardim em Chaves -- At Garden near Tamega river in Chaves



Bom dia a  todos desde a cidade de Chaves. Meus amigos Chaves tem um potencial
muito grande na área do Turismo. Temos o Golf em Vidago que milhares de jogadores de golf
vêm todos os anos para os greens de Portugal . Experimentem vir aqui a Chaves, Vidago Pálace Hotel bom green, fabulosa arquitetura do hotel em Arte Nova ! Chaves espera por si !
Good morning from the city of Chaves. My friends Keys has a great potential in the tourism sector. We have the Golf in Vidago that thousands of golfers come every year to the greens of Portugal. Try to come here to Chaves, Vidago Palace Hotel Good green, fabulous hotel architecture in Art Nouveaux . Chaves awaits to  you! Welcome to Chaves - Portugal .

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Lovely city Chaves -- Chaves bonita cidade - - مدينة جميلة الرئيسية في البرتغال- - Красивая ключевым городом инвестировать в Португалии красивой


Bom dia a todos !
Vejo que este blog de Chaves está com muitas visitas de Russia. Grande Abraço de Pedro , para os amigos e amigas da Russia  bonito País . Bom Natal 2014
Доброе утро всем! Я вижу, что этот блог Ключ с многих посещает Россию. Большой Hug Петра, с друзьями и друзей России, красивая страна. С Рождеством Христовым 2014

شراء DSLR كانون، سرقة من قبل الله.الجميع صباح الخير! عناق كبير لدولة الإمارات العربية المتحدة - دبي قد بارك الله فيكم. أنا بحاجة الى مساعدة  Swift PT 0033 0000 0048 0227.9609 2 لمحبة الله للبرتغال صديق

sábado, 13 de dezembro de 2014








Aniversário

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu era feliz e ninguém estava morto.
Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,
E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,
De ser inteligente para entre a família,
E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.
Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.
Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida.
Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo,
O que fui de coração e parentesco.
O que fui de serões de meia-província,
O que fui de amarem-me e eu ser menino,
O que fui — ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui…
A que distância!…
(Nem o acho…)
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!
O que eu sou hoje é como a umidade no corredor do fim da casa,
Pondo grelado nas paredes…
O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas
lágrimas),
O que eu sou hoje é terem vendido a casa,
É terem morrido todos,
É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio…
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos…
Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!
Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez,
Por uma viagem metafísica e carnal,
Com uma dualidade de eu para mim…
Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!
Fernando Pessoa